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A Raposa Matreira

  • F.Scott Fitzgerald - O Último Magnate

F.Scott Fitzgerald - O Último Magnate

15,00 €  

«A indústria cinematográfica norte-americana é observada de perto nesta obra, estudada com atenção cuidadosa e dramatizada, com uma ironia acutilante que, em conjunto, não encontramos em nenhum outro livro sobre o assunto. O Último Magnate é, de longe, o melhor romance que tivemos sobre Hollywood, e o único que nos deixa penetrar nos meandros daquela indústria.
(…) Vale a pena ler O Grande Gatsby em ligação com O Último Magnate, porque o confronto revela o tipo de coisa que Fitzgerald procurava atingir em obras posteriores.»
[Da Introdução de Edmund Wilson]

«É lamentável que Scott Fitzgerald não tenha terminado O Último Magnate. Mesmo assim, penso que se tornará um daqueles fragmentos literários que de tempos a tempos surgem na corrente cultural e influenciam profundamente os acontecimentos futuros. A sua admirável proeza, neste começo de um grande romance, foi a de pela primeira vez ter conseguido estabelecer uma inabalável atitude moral em relação ao mundo em que vivemos e às suas normas efémeras, que é o fundamento de qualquer poderoso trabalho de imaginação. Um firme padrão ético é algo que a escrita americana tentava alcançar há meio século.»
[John Dos Passos]

«A indústria cinematográfica norte-americana é observada de perto nesta obra, estudada com atenção cuidadosa e dramatizada, com uma ironia acutilante que, em conjunto, não encontramos em nenhum outro livro sobre o assunto. O Último Magnate é, de longe, o melhor romance que tivemos sobre Hollywood, e o único que nos deixa penetrar nos meandros daquela indústria.
(…) Vale a pena ler O Grande Gatsby em ligação com O Último Magnate, porque o confronto revela o tipo de coisa que Fitzgerald procurava atingir em obras posteriores.»
[Da Introdução de Edmund Wilson]

«É lamentável que Scott Fitzgerald não tenha terminado O Último Magnate. Mesmo assim, penso que se tornará um daqueles fragmentos literários que de tempos a tempos surgem na corrente cultural e influenciam profundamente os acontecimentos futuros. A sua admirável proeza, neste começo de um grande romance, foi a de pela primeira vez ter conseguido estabelecer uma inabalável atitude moral em relação ao mundo em que vivemos e às suas normas efémeras, que é o fundamento de qualquer poderoso trabalho de imaginação. Um firme padrão ético é algo que a escrita americana tentava alcançar há meio século.»
[John Dos Passos]

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